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Convidados da MindQuest discutem desenvolvimento de líderes em Chicago Booth

Convidados da MindQuest discutem desenvolvimento de líderes em Chicago Booth

Trocar experiências com executivos de Recursos Humanos, com responsabilidade pelo desenvolvimento de lideranças numa escala global e ter acesso a pesquisas de ponta da Universidade de Chicago, reconhecida como uma das melhores escolas de negócio do mundo. Essas oportunidades foram vivenciadas pelos participantes do Chief Learning Officer Conference 2014, evento realizado em junho, nos Estados Unidos, que proporcionou a discussão de temas relacionados a desenvolvimento de líderes, gestão de talentos, remuneração executiva, governança corporativa, negociação executiva e estrutura organizacional. A conferência foi realizada pela Escola de Negócios da Universidade de Chicago exclusivamente para convidados, entre eles clientes e parceiros da MindQuest.

 * Na primeira parte desta série, o Espaço Entre Líderes apresenta uma visão geral desse evento internacional e a opinião de participantes convidados pela MindQuest. Confira!

mauricio“A Universidade de Chicago aborda temas às vezes polêmicos, mas com pesquisas e dados muito concretos, o que aguça a compreensão das pessoas e torna a discussão mais séria e aprofundada. Essa instituição, que abriga uma das pioneiras e mais importantes escolas de negócio do mundo, está numa fronteira muito avançada em termos de pesquisa e traz informações extremamente relevantes para substanciar o que está sendo defendido”, observa o diretor-presidente da MindQuest, Maurício Wendling Lopes. Ele destaca a pesquisa “Remuneração de executivos e governança corporativa: percepções, fatos e desafios”, apresentada pelo professor de Empreendedorismo e Finanças Steven Kaplan.

O estudo revela que quando se compara a remuneração dos CEOs com o resultado das empresas em que trabalham, principalmente das mais lucrativas, muitas vezes é percentualmente baixa em relação ao lucro que geram. Em função da complexidade dos negócios, um presidente de empresa hoje lida com variáveis que há cinco, dez anos não vivenciava. Além disso, a pesquisa mostra que o tempo médio dos presidentes nas empresas diminuiu de sete para três anos. Se ele não tem facilidade de recolocação no mesmo nível em outra empresa, conta com três anos para entregar reputação e resultados, o que torna sua vida mais ainda complexa.

Redes sociais

Os participantes também destacaram a pesquisa “Utilizando redes sociais para diagnosticar as operações da empresa, do professor de Estratégia e Sociologia Ronald Burt. O estudo mostra que os líderes de uma organização são os hubs ou pontos de conexão com seus liderados e com outros líderes dentro da organização. Com isso, há uma rede social, independentemente de mídias sociais e de tecnologias, dentro da organização, que vai além do organograma. Identificar essas lideranças, independentemente do cargo que ocupam, e dar instrumentos de conexão e aprendizagem contextualizada para elas é o desafio.

“Isso se conecta com a visão de educação da MindQuest. A aprendizagem tem que ser, por definição, colaborativa. A tecnologia nos permite hoje um nível de colaboração muito mais alto do que teríamos presencialmente, em sala de aula, e ao mesmo tempo, uma continuidade do processo de aprendizagem que o modelo tradicional da sala de aula não proporciona”, afirma Maurício Lopes. Ele ressalta que os hubs dentro da organização são mais eficazes quanto mais diversidade de conexões, e não de similaridade, esses líderes possuírem.

Desenvolvimento de líderes

Durante o evento, os executivos puderam compartilhar as principais necessidades e estratégias para o desenvolvimento de líderes. “O desenvolvimento de líderes tem que perpassar a organização inteira. Não dá para pensar em desenvolver só os diretores ou só os gerentes, porque o potencial gerente ou diretor de amanhã pode ser o líder daqui a cinco ou dez anos. É importante que os subordinados também sejam envolvidos para que haja uma linguagem comum”, observa o diretor-presidente da MindQuest.

Para ele, a tecnologia, a educação não presencial, formal, colaborativa e até a educação informal, devidamente desenhada para a organização, o que, observa Maurício Lopes, é muito próprio do trabalho realizado pela MindQuest, permite unir os vários níveis de liderança e as várias gerações em volta de uma cultura comum da própria organização, das melhores práticas mundiais para gestores e líderes. “Isso permite um time mais coeso, mais produtivo e aprendendo o tempo inteiro, e não mais no conceito de ‘agora eu aprendo, agora eu trabalho’. Aprendizagem e trabalho acontecem simultaneamente”, ressalta Lopes.

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